9 de out. de 2012

Seleção de Projetos


A ELETROSUL Centrais Elétricas S.A. torna público aos interessados que estão abertas, no período de 03/09/2012 a 18/10/2012, as inscrições para seleção de projetos para o ano de 2013 de caráter institucional, a serem patrocinados com recursos próprios. As inscrições serão realizadas, exclusivamente, através do site da empresa. A publicação da relação contendo os projetos institucionais selecionados ocorrerá no dia 10/12/2012, veja abaixo as instruções para inscrição.
Leia com atenção todo o edital para verificar se o seu projeto se enquadra nos critérios pré estabelecidos para participar do processo de seleção de projetos institucionais para patrocínio da Eletrosul:
Fonte: Deny, do Senac Campinas.

8 de out. de 2012

Fóruns Unicamp


INFORMAÇÕES GERAIS 

Local: Centro de Convenções da UNICAMP 

Data: 10 de outubro de 2012
Horário: das 9h às 17h

Organizadores: Edison Lins e Milton Pereira

SOBRE O EVENTO

Neste fórum pretende-se discutir as bases necessárias para a construção de uma sociedade mais igualitária e o papel das Organizações da Sociedade Civil Sem Fins Lucrativos neste processo, pois estas organizações vêm contribuindo e desempenhando um papel fundamental no desenvolvimento de mudanças na sociedade contemporânea. Cabe às Universidades a responsabilidade de sistematizar e disseminar o conhecimento adquirido na prática pelas organizações ao longo dos anos, fomentando a discussão de professores, alunos, gestores e técnicos. É necessária a integração das Universidades neste processo de transformação da sociedade, resgatando seu papel social. Este novo campo acadêmico vem merecendo atenção e diversas instituições de ensino superior que possuem centros de estudos e pesquisas e oferecem cursos voltados para este novo campo acadêmico.


PROGRAMA
Manhã

8h30 – Credenciamento
9h00 – Abertura:
Prof. Dr. João Frederico C. A. Meyer, Pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários da UNICAMP;

Profa. Dra. Carmen Zink Bolonhini - Assessora da Coordenadoria Geral da Unicamp/CGU;
Edison Lins – GGBS – UNICAMP;
Milton Pereira – Coordenação Técnica do Curso de Extensão – Gestão para ONg´s da UNICAMP


9h30 -Palestra: A Disseminação, Pesquisa e Promoção de Espaços de Diálogo sobre as Temáticas do Terceiro Setor e a Formação Continuada dos Profissionais - Caso: Setor 3 e Cets – FGV

Palestrante: Renato Mantovani – SENAC e Luiz Carlos Merege - Presidente IATS - Instituto de Administração para o Terceiro Setor


10h40 - Coffee-break

11h00 –Mesa: Promover e fomentar a discussão de modelos de gestão das Organizações da Sociedade Civil Sem Fins Lucrativos

Convidados: 
Prof. Dr. Miguel Juan Bacic - Instituto de Economia/UNICAMP, 
Edison Lins – GGBS – UNICAMP; 
Profª Emília Wanda Rutkowski, Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários - Unicamp
Moderador: Orlando Carlos Furlan, Instituto de Economia - Unicamp


12h00 - 13h30 – Almoço

Tarde

13h30 – Palestra : Considerações sobre o trabalho com adolescentes, em perspectiva das ações das ONG´s

Convidado: Almir Linhares de Faria.
Doutor em Psicologia pela PUC Campinas e Psicanalista pela SPCamp. Foi professor nos cursos de Psicologia da PUC Campinas, da UNIMEP e diretor do Colégio Piracicabano. Professor no CEFAS e atual presidente e professor da Sociedade Psicanalítica de Campinas (SPCamp). Membro da diretoria da Associação Beneficente Campineira (ABC), ONG que atua no Jardim São Marcos e na área central de Campinas .


14h45 - Palestra: Dos Desafios da Gestão de Organização da Sociedade Civil Sem Fins Lucrativos em âmbito nacional 

Caso: Aldeias Infantis SOS Brasil
Palestrantes: Fábio José Garcia Paes Assessor Nacional Desenvolvimento de Programas – Aldeias Infantis SOS


15h45 - 16h00 – Coffee-break

16h00 – Palestra: Contribuição das Organizações da Sociedade Civil Sem Fins Lucrativos na elaboração, aplicação e desenvolvimento de propostas de políticas públicas e parcerias com o Primeiro Setor; 

Palestrante: Luciano Dias Lourenço Gestão Social da DERSA 

16h30 - Encerramento



Para realizar sua inscrição, acesse o link: http://foruns.bc.unicamp.br/ e cadastre-se.

Geração de Emprego e Renda


A Rede social Campinas esta participando do Grupo de Trabalho para Geração de Emprego e Renda nos empreendimentos de interesse social do Minha Casa Minha Vida em Campinas. 
Já participamos de duas visitas aos empreendimentos e de duas reuniões com a Cohab, a CAIXA, setor de Micro Crédito, a Secretaria Municipal de Trabalho e Renda e a SETEC e estamos realizando junto com estas entidades eventos, divulgando cursos e oportunidades de emprego nestes empreendimentos.



Veja onde serão os próximos eventos:
  • 10/10 e 11/10 das 10:00 as 15:00 horas Condomínio Santa Lucia ( Atrás do Extra da Ruy Rodrigues)
  • 17/10, 18/10 e 19/10 das 10:00 as 15:00 horas Condomínio Bassóli (Região do Campo Grande)
  • 24/10 e 25/10 das 10:00 as 15:00 horas Condomínio Sírios ( Também na Região do Campo Grande, atrás do residencial Cosmos)
Fonte: Deny (Senac Campinas).

5 de out. de 2012

Do pai invisível ao pai real


SOS Ação Mulher e Família promove capacitação
‘Reconstruindo a participação masculina na família: do pai invisível ao pai real’

O SOS Ação Mulher e Família, entidade conveniada à Fundação FEAC, promove no dia 26 de outubro, sexta-feira, a capacitação “Reconstruindo a participação masculina na família: do pai invisível ao pai real”. O encontro será realizado das 8h30 às 16h, na Rua Alfredo Calil, 530, Condomínio Alto das Palmeiras - Jardim das Palmeiras, Campinas/SP.
Direcionado a profissionais e estudantes das áreas de saúde, educação e assistência social, o minicurso tem como objetivo refletir sobre a importância do papel masculino na família e para o desenvolvimento saudável da criança.
Na parte da manhã, haverá uma apresentação da entidade e do projeto socioeducativo ReCriando Vínculos e, em seguida, a discussão de um caso – uma família na brinquedoteca. Após o almoço, será abordado o papel do pai na família e os primeiros anos da infância, com a função materna e paterna.
Para participar do curso, os interessados devem fazer a inscrição, no valor de R$ 150,00 (profissionais) e R$ 60,00 (estudantes), por meio do endereço eletrônico até o dia 23 de outubro, terça-feira. É necessário enviar nome completo, profissão e local de trabalho ou estudo. O pagamento deve ser efetuado diretamente na conta da entidade, no Banco Santander, Agência 0632, Conta Corrente 13000863-4.

Sobre o SOS Ação Mulher e Família
A entidade atende, atualmente, 30 famílias do município de Campinas e desenvolve o Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos – PAEFI, voltado ao apoio, orientação e acompanhamento de mulheres em situação de violência de gênero. Suas ações compreendem orientações direcionadas para a promoção de direitos e o fortalecimento da função protetiva das famílias.

Serviço
Minicurso “Reconstruindo a participação masculina na família: do pai invisível ao pai real”
Local: Rua Alfredo Calil, 530, Condomínio Alto das Palmeiras - Jardim das Palmeiras, Campinas/SP.
Data: 26 de outubro, sexta-feira
Horário: das 8h30 às 16h
Informações: (19) 3232-1544



Fonte: SOS Ação Mulher e Família.

Construção de Redes - VIII


Para reter nas mãos
  • Existem diferentes tipos de rede no mundo.
  • A rede também é uma forma de reunir pessoas, grupos e instituições.
  • É necessário costurar o fortalecimento das redes de relações cotidianas à construção de uma rede de serviços que articule a atuação das diversas instituições, organizações e grupos que realizam atendimento, prevenção, apoio e pesquisa.
  • A rede de serviços não brota sozinha: ela exige vontade, compromisso e estratégias para acontecer.
  • A articulação dos trabalhos é fundamental para a melhoria da qualidade do atendimento e para a maior efetividade das políticas, dos programas e serviços que atuam no enfrentamento dessa problemática.

Fonte: adaptação e transcrição da publicação Vem pra roda! Vem pra rede: Guia de apoio à construção de redes de serviços para o enfrentamento daviolência contra a mulher / Denise Carreira, Valéria Pandjiarjian - São Paulo; Rede Mulher de Educação, 2003.

4 de out. de 2012

Construção de Redes - VII



Mudando corações e mentes
Em grande parte, a maioria das instituições da sociedade se estrutura de forma piramidal. Em grande parte, fomos educados para viver e atuar em estruturas piramidais. Por isso, um trabalho em rede que reconheça a diversidade, democratize o poder e promova uma atuação descentralizada e articulada constitui um grande desafio para as instituições (públicas e privadas) e para as pessoas que nela atuam.
As redes mexem com formas instituídas de poder, por isso muitas geram conflitos e fazem parte de um novo jeito de enxergar e atuar na realidade social, propondo uma mudança de paradigma.

E o que é um paradigma?
O paradigma dá a base do jeito como encaramos, compreendemos e atuamos no mundo. Segundo Edgar Morin, o paradigma pode elucidar e revelar, como também ocultar e cegar. Dessa forma, as pessoas conhecem, pensam e agem conforme paradigmas inscritos culturalmente. paradigma predominante em nossa sociedade é o paradigma cartesiano que compartimenta o conhecimento, estabelece relações hierarquizadas e dissocia sujeito e objeto, natureza e humanidade, qualidade e quantidade, alma e corpo, masculino e feminino, finalidade e causalidade, sentimento e razão, entre outros.
Desenvolver trabalhos em redes faz parte desse outro jeito de ser no mundo.

Para que uma rede decole é necessário
  • Sentido: a construção de uma rede e a participação nela devem ter um sentido claro e cristalino na vida daqueles e daquelas que a constituem ou que pretendem constituí-la. Como as redes são estruturas dinâmicas e flexíveis, que exigem uma postura ativa dos indivíduos, não podem ser fruto de imposições burocráticas;
  • Objetivos: como já dissemos, é importante definir os objetivos comuns que vão animar a construção dessa relação conjunta. Por que estamos juntos? O que buscamos? Pra que vamos tocar essa rede? As respostas às tais questões necessitam ser precisas e pactuadas, mesmo que com o tempo tais respostas mudem conforme o contexto, o surgimento e a transformação dos desafios;
  • Valores e posturas: para funcionar, as redes exigem uma cultura renovada de fazer organização, o compromisso não só no discurso, mas na prática cotidiana, com valores e posturas que favoreçam a transparência, a cooperação, a negociação e o enfrentamento assertivo de conflitos, o trabalho articulado e a potencialização da diversidade. Além das regras, pactos coletivos referentes a modos de funcionamento e espaços de decisão, exigem também, por parte dos indivíduos, uma postura aberta a aprender, a trocar, a negociar;
  • Comunicação: a comunicação é vital para o funcionamento de uma rede. Comunicação que possibilite a transparência, a circulação de informações estratégicas, a visibilização de esforços, o compartilhamento de aprendizagens, a construção de identidades coletivas, a mobilização social e o desenvolvimento de sentimentos de pertença e confiança. Além de se constituir em uma estratégia com políticas e ações e estar presente nos pactos e no modo de funcionamento, a comunicação deve ser promovida como postura dos indivíduos. Por medo de perder ou compartilhar o poder, por insegurança, por formação, desorganização, sobrecarga, falta de procedimentos institucionais adequados, orientação de nossas instituições ou por outros diversos motivos, muitos de nós agarramos e “sentamos em cima” de informações fundamentais para o funcionamento de um trabalho em rede. Como podemos fazer fluir essa informação?
  • Funcionamento: conforme os desafios e objetivos de uma rede, é necessário criar e definir regras de funcionamento. As regras, os pactos, as normas não devem burocratizar o funcionamento, mas facilitar e potencializar o trabalho em rede. Há redes que possuem animadores(as), coordenadores(as), facilitadores(as) ou outros grupos e instâncias responsáveis por determinadas funções. A maior ou menor complexidade desses arranjos depende da abrangência e dos objetivos. É importante que todos e todas integrantes conheçam e na medida do possível participem dos pactos e da legitimação do modo de funcionamento.


Fonte: adaptação e transcrição da publicação Vem pra roda! Vem pra rede!: Guia de apoio à construção de redes de serviços para o enfrentamento daviolência contra a mulher / Denise Carreira, Valéria Pandjiarjian - São Paulo; Rede Mulher de Educação, 2003.

3 de out. de 2012

Conferência Rio +20


A InterfacEHS, Revista de Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade da Diretoria de Graduação do Centro Universitário Senac, acaba de apresentar a sua mais nova publicação.
Esta edição destaca reflexões de estudiosos sobre a Conferência Rio+20. A revista traz um dossiê temático sobre a conferência, com artigos de grande relevância para a comunidade científica e para a sociedade brasileira.
O dossiê conta com colaborações importantes de Décio Michellis, membro do Conselho Superior de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), da Dra. Flavia Witkowski Frangetto consultora da United Nations Foundation e da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Dr. Fernando Rei, diretor científico da Sociedade Brasileira de Direito Internacional do Meio Ambiente (SBDIMA).
Para completar a série de textos, Renato Arnaldo Tagnin, professor e pesquisador do Centro Universitário Senac, apresenta informações e reflexões sobre a cúpula dos povos na Rio+20 e suas demandas e propostas.
Os debates publicados nessa edição fomentam ações em busca do desenvolvimento sustentável propostos nesse grande evento e reforçam a necessidade de continuidade e de ampla participação pública na tomada de decisões.
Fonte: Deny, do Senac Campinas.