21 de mar. de 2017

Encontro de Juventude

Jovens do Programa Aprendizagem do Senac Campinas participam de Encontro de Juventude

Através de uma parceria possibilitada pelo Programa Rede Social entre o Senac e a REAJU - Rede Articula Juventude, cerca de 400 jovens participaram do Encontro de Juventude de Campinas que aconteceu na Estação Cultura, antiga estão de trem da cidade.
A REAJU é uma Rede Aberta com a participação de várias instituições reconhecidas na cidade que trabalham com juventude. O grupo se reúne mensalmente para debater políticas para a juventude no município e organizar projetos.
Pensando em fomentar uma educação com maior conexão com a realidade, promover a integração com outros jovens e movimentos e propiciar uma vivência em espaços públicos, dentro do contexto de Cidade Educadora, o Encontro de Juventude se tornou uma grande oportunidade. 
Como disse a docente Maria Silvia: “Acredito que espaços como o REAJU são de fundamental importância para a participação cidadã e mais crítica do jovem. A oportunidade de diálogo com outros jovens e profissionais da área pode ser considerada um meio para uma aprendizagem emancipatória favorecendo a Autonomia e Protagonismo Juvenil. “O Protagonismo Juvenil, enquanto modalidade de ação educativa, é a criação de espaços e condições capazes de possibilitar aos jovens envolver-se em atividades direcionadas à solução de problemas reais, atuando como fonte de iniciativa, liberdade e compromisso.”, conforme citou Antônio Carlos Gomes da Costa (2007).
Foi muito importante em todo o processo de participação a valorização da fala de cada educando. A oportunidade de escolha das oficinas possibilitou o aprendizado para a responsabilidade e uma postura mais madura e participativa. A participação se tornou genuína quando se desenvolveu num ambiente democrático que vem ao encontro da formação que o SENAC busca também no Programa Aprendizagem que é o de formar um jovem protagonista, solidário e competente.

Fonte: Adolf Deny Motter Florencio, Mediador de Redes Campinas.

31 de jan. de 2017

Retomando os trabalhos

Amigos e Amigas da Rede Social gostaria de desejar um ótimo ano a todos, muita saúde, paz, trabalho e realizações!
Que tal começar o ano de uma maneira nova, propondo ações concretas de trabalho e desenvolvimento de projetos.
Através de programa Rede Social temos a possibilidade de nos conectar uns aos outros e ao Senac com suas dezenas de cursos e Milhares de alunos.
Podemos começar este ano aproveitando o mês de Fevereiro para agendar encontros e reuniões com quem tiver alguma proposta interessante de trabalho e projeto, ou simplesmente a vontade de realizar alguma atividade concreta para que possamos discutir e planejar.
Aproveito para perguntar a todos: Quando seria a melhor data para realizarmos uma reunião da Rede? A pessoa ou instituição que tiver interesse retorne este e-mail para podermos agendar reuniões de trabalho.

Abraços,
Adolf Deny Motter Florencio
Senac Campinas
(19) 2117-0632

Especialização e Curso Internacional

Estão abertas inscrições para a Especialização e Curso internacional: "Políticas Públicas para a Igualdade na América Latina", na modalidade virtual, com inscrição aberta de 5 de janeiro até 5 de março de 2017. As aulas serão oferecidas de março de 2017 a fevereiro de 2018. Entre o corpo docente estão nomes como Boaventura de Souza Santos, Pablo Gentili e Pepe Mujica.
Mais informações clique aqui.


8 de dez. de 2016

Responsabilidade Social

Voluntariado corporativo

Nos últimos anos houve um incremento do número de organizações que fomentam entre seus funcionários a participação em iniciativas de voluntariado, geralmente em colaboração com ONGs e que pressupõe o estabelecimento de laços de compromisso com atividades de natureza comunitária.
Por seu impacto positivo dentro da empresa e nas comunidades onde ocorre, é uma das melhores práticas de responsabilidade social. Essas atividades constituem iniciativas de voluntariado corporativo ou empresarial.
As definições de voluntariado corporativo são várias, como a da Instituto Ethos para o qual voluntariado empresarial “é um conjunto de ações realizadas por empresas para incentivar e apoiar o envolvimento dos seus funcionários em atividades voluntárias na comunidade”.
Já o Instituto Votorantim em seu Guia de Voluntariado Empresarial afirma que este engloba um conjunto de ações realizadas pela empresa para incentivar, apoiar e reconhecer o envolvimento de seus empregados em atividades voluntárias.
Para o Instituto um “Programa de Voluntariado Empresarial” é, por sua vez, “um conjunto de iniciativas orquestradas e sistemáticas que uma empresa realiza a fim de oferecer suporte a essas ações”.
Seja qual for a definição elas definem uma modalidade específica de voluntariado que se desenvolve na empresa. É uma combinação do voluntariado tradicional, que mostra o desejo individual das pessoas de colaborar em prol de aspectos sociais e ambientais, com a crescente demanda de maior responsabilidade por parte das empresas no contexto de suas atividades.
O voluntariado corporativo é uma expressão da responsabilidade social empresarial (RSE), deve ser entendido como um importante fator na criação de uma imagem externa positiva, além de melhorar o ambiente interno de trabalho, reforçar a coesão dos funcionários e consequentemente valorizar o trabalho em equipe. Nesse sentido, o voluntariado corporativo também se constitui em ferramenta de recursos humanos, tornando a ação social praticada pelas empresas, em essência filantrópica, para uma questão estratégica no âmbito da gestão de pessoas.
Há diversas formas de ação empreendidas pelas empresas. Algumas destinam um dia específico do mês onde todos aqueles interessados em participar utilizam seu tempo e talento para uma causa comum. Outras o fazem liberando um período do dia, por semana, para os voluntários desenvolverem uma ação comum voltada para beneficiar uma comunidade específica.
De qualquer modo, ocorre a mobilização utilizando das empresas o tempo, os talentos,
a energia e os recursos para que seus empregados contribuam para a comunidade, o que inclui compromisso de longo prazo, desenvolvimento de capacidades e tarefas concretas, transferências de capacidades, desafios do trabalho em equipe e o apoio da empresa aos projetos.
A participação dos funcionários em programas de voluntários corporativos satisfaz a necessidade de relacionamento interpessoal e de integração, aumentando o sentido de pertencer ao grupo, criando fortes laços de identidade e cooperação, aumentando a capacidade de enfrentar os problemas cotidianos e as crises que porventura surjam.
Os participantes de programas de voluntários corporativos desenvolvem habilidades de relacionamento e comunicação interpessoal, de participação em processos de decisão, de coordenação e liderança no trabalho em equipe. Além disso, a diversidade e o imprevisto do trabalho voluntário criam situações que permitem o surgimento de talentos e potencialidades antes desconhecidos pela empresa.
As vantagens são inúmeras para todos os envolvidos em voluntariado corporativo, que deve ser visto como uma oportunidade para aprofundar as políticas estratégicas de gestão da Responsabilidade Social, e ao mesmo tempo fortalecer as relações de colaboração entre a sociedade civil organizada e as empresas. Estas, por sua vez, devem compreender que há um enorme potencial nessa mobilização comunitária do capital humano das empresas que lhe beneficiará a médio e a longo prazo, tanto nos processos internos de gestão, quanto em imagem externa.

Texto de Reinaldo Dias é professor doutor e Vanessa L.Z. Ramos é bolsista de iniciação científica da Universidade Presbiteriana Mackenzie, campus Campinas, publicado no Correio Popular de 08/12/2016, pág. A2.

70 Anos

Senac celebra aniversário com atividades gratuitas

O Senac São Paulo realiza neste sábado, das 9h às 17h, o Casa Aberta 70 anos, evento que comemora o aniversário da instituição e oferece uma série de atividades gratuitas à população em todo Estado. A ideia é que o público possa conhecer a infraestrutura da instituição por meio de vivências e atividades práticas em todas as áreas do conhecimento. No Senac Campinas serão mais de 50 opções de workshops, oficinas, palestras, exposições de alunos, atendimentos e orientações. Os visitantes poderão receber dicas de como criar convites criativos, aromatizador de ambiente em spray e aprender a fazer automaquiagem, entre outros.
Um dos destaques do evento é a palestra “Degustação: Conhecendo Vinhos”, que apresentará detalhes sobre a denominação da origem e as principais características e tipicidades de uma das mais famosas bebidas do mundo.
Outros destaques são os workshops “Noções de Higiene e Manipulação de Alimentos”,
no qual o participante conhecerá as práticas adequadas deste processo, e “Como Otimizar sua Autoimagem no Ambiente de Trabalho”, com dicas de trajes, maquiagem e acessórios para compor um estilo próprio e adequado à personalidade, tipo físico, necessidades e diferentes ocasiões sociais. Para participar não é necessário fazer inscrição, basta escolher a atividade e ir até a unidade no horário marcado. Para conferir a programação completa clique aqui. O Senac Campinas fica na Rua Sacramento, 490, Centro. Mais informações por meio do telefone (19) 2117-0600. (AAN).

Matéria publicada no Correio Popular de 08/12/2016, pág. A9.

1 de nov. de 2016

Sustentabilidade: Redes de Desenvolvimento Local

A Importância das Redes de Desenvolvimento Local para a Sustentabilidade

Hoje os desequilíbrios sociais e ambientais ameaçam o desenvolvimento seguro e saudável de nossa sociedade. Por isso, muitas estratégias estão sendo usadas por governos, empresas e instituições sociais para a promoção da sustentabilidade. Entre essas estratégias destacam-se as Redes de Desenvolvimento Local. Essas Redes são organizações autônomas entre os vários setores do Estado, empresas e inúmeras instituições da sociedade civil, que se articulam em determinadas regiões, na busca do desenvolvimento sustentável e da qualidade de vida.
Com a globalização, fica cada vez mais evidente e direta as conexões existentes entre a realidade Local e Global. Como diria Milton Santos, Cada Lugar é o Mundo. Percebemos, através dos noticiários internacionais, como os efeitos do aumento da taxa de juros nos Estados Unidos, o Crescimento do PIB da China, ou um conflito no Oriente Médio pode afetar diretamente as nossas vidas. No entanto, percebemos pouco as conexões existentes entre as nossas ações diárias e as decisões que são tomadas mundialmente. Nossas decisões de consumo norteiam os investimentos das empresas na produção, no design dos produtos e na busca por sustentabilidade. Em uma sociedade fortemente influenciada pelos meios de comunicação, nossa reação ao que é apresentado, através da audiência radio televisiva, no acesso aos sites, ou no consumo de jornais e revistas, entre outras formas de comunicação, também direcionam a produção destes conteúdos midiáticos. Nossa participação na política, não só nos momentos eleitorais, mas no acompanhamento e pressão diária sobre os que ocupam cargos públicos, determinam nosso modelo de Estado. A redução no consumo de água, energia, a reciclagem do lixo que produzimos, a substituição do automóvel pela bicicleta e pelo transporte público, tem impacto significativo na preservação do o meio ambiente. Sabemos como a prática de exercícios físicos, os bons hábitos de higiene e uma alimentação de qualidade melhoram a saúde e tem impacto direto na redução do número de doenças de todos os tipos. Muitos estudos também mostram como a participação da família e da comunidade na escola ajudam a melhorar os indicadores de qualidade na educação. Bairros mais solidários e com maior presença do Estado e de políticas públicas são menos violentos. A educação no transito diminui significativamente o número de acidentes, o que tem impacto até na previdência social. Enfim, boas práticas mudam o mundo. Gente desconhecida realizando ações aparentemente insignificantes mudam o mundo.
Com objetivo de estimular essas boas práticas é que surgem as redes de desenvolvimento local. E o melhor lugar para promover boas ações de todos os tipos é o bairro, a região em que vivemos, através dos equipamentos públicos, das organizações da sociedade civil, das empresas e das pessoas de boa vontade que já realizam algum tipo de ação socioambiental nesse território. As redes de desenvolvimento local surgem para ajudar a articular, organizar, otimizar e impulsionar essas ações, pessoas e organizações.
Muitos urbanistas dizem que as cidades modernas são repletas de “não lugares”, ou seja, espaços onde as pessoas estão, mas quase não estabelecem nenhum tipo de relação social ou afetiva. Alguns exemplos são o pátio de uma rodoviária ou um saguão de hotel ou aeroporto. As redes de desenvolvimento local se propõem a transformar os espaços em “ Lugares” de convivência, onde as pessoas interajam, discutam seus problemas e busquem soluções de forma coletiva. Promovam a cidadania, o bem comum, realizem ações concretas através de projetos diversificados e busquem o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida para a região onde vivem.
Entre as inúmeras vantagens que essa forma de organização pode trazer destacamos:  Qualificação das organizações para uma melhor intervenção em seus territórios; promoção de uma cidadania ativa entre os moradores da região; troca de experiências positivas dentro das redes e formação de parcerias para a execução de projetos;  estimula o trabalho cooperativo; potencializa núcleos já existentes de fomento a saúde, educação, cultura, esporte, geração de emprego e renda, combate a violência e ao tráfico de drogas, entre outros.      
Em Campinas muitas regiões já possuem esse tipo de organização, como a Rede Social da Região do São Quirino, a Intersetorial do Campo Grande, a Rede Abraço na região dos Amarais, São Marcos e Santa Mônica, entre outras. Em outras regiões novas redes precisam ser criadas e as Redes já existentes podem ser incrementadas com novos participantes e novas práticas.   
Assim os representantes dos equipamentos públicos e sociais presentes em cada região como escolas e postos de saúde, com seus diretores, professores, coordenadores e agentes, os gestores de ONG’s e educadores sociais, os diretores de associações de moradores e demais lideranças comunitárias locais, os líderes de todas as religiões bem como os agentes de pastoral, os proprietários ou representantes de empresas que querem desenvolver ações sociais junto à comunidade local e todas as pessoas de boa vontade, podem e devem se organizar em Redes de Desenvolvimento Local. Essa articulação trará ganhos fantásticos para a comunidade local e junto com milhares de outras Redes, ajudará muito na construção de uma sociedade melhor, mais sustentável, com mais justiça social, econômica, educacional, cultural e ambiental.    

Adolf Deny Motter Florencio
Doutor em Ciências Sociais PUC SP
Mestre em Urbanismo PUC Campinas
Professor de Ética e Responsabilidade Social Empresarial na CEA PUCC

Programa Rede Social Senac 

3 de out. de 2016

Seleção de negócios

CAIXA E ARTEMISIA SELECIONAM NEGÓCIOS DE IMPACTO SOCIAL
Projetos receberão até R$ 200 mil para desenvolver soluções que irão beneficiar muitos brasileiros

A Caixa Econômica Federal e a Artemisia lançam, nesta segunda-feira (3), o programa "Desafio de Negócios de Impacto Social - Educação Financeira e Serviços Financeiros para Todos", que vai selecionar, em todo o país, negócios com soluções inovadoras em serviços financeiros para a população de baixa renda.
Para a primeira etapa, serão escolhidos no máximo 15 negócios que receberão até R$ 15 mil cada para testes e refinamento do modelo de negócio. Na segunda etapa, 5 empreendedores serão selecionados e receberão até R$ 200 mil para pilotarem suas soluções junto ao público beneficiário. As inscrições estão abertas até 30 de outubro e podem ser feitas no site clicando aqui.
Para Jean Rodrigues Benevides, gerente nacional de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental da CAIXA, o desafio de promover a inclusão financeira de forma sustentável é elevado e exige um conjunto de ações inovadoras. "A CAIXA decidiu apoiar a aceleração de negócios de impacto social para buscar soluções inovadoras e escaláveis para melhoria contínua do relacionamento e dos negócios com nossos clientes, especialmente a população de baixa renda", declara.
O recurso de apoio ao projeto origina-se do Fundo Socioambiental CAIXA, que recebe até 2% do lucro líquido da empresa e os destina para ações e projetos estruturantes de caráter socioambiental alinhados à promoção do desenvolvimento sustentável, da inclusão social e da cidadania.
O objetivo da iniciativa é mudar a realidade da população por focar em um setor estruturante para transformação do país via inclusão financeira. A meta é que esses empreendedores possam avançar nas soluções - com oportunidade de validarem suas hipóteses e testar 'pilotos' com o público beneficiário - e, com isso, ter soluções adequadas para impactar a vida de muitos brasileiros.

Fundo Socioambiental
O Fundo Socioambiental CAIXA (FSA CAIXA) é um agente ativo no fortalecimento de parcerias estratégicas e se constitui como mais um mecanismo de relacionamento da CAIXA com entidades públicas e privadas, inspirando ações e negócios estruturados em mecanismos inovadores e promotores do desenvolvimento sustentável.
O aporte do FSA CAIXA também pode ser associado a doações e repasses de outros fundos de entidades nacionais e internacionais interessados em fomentar atividades e projetos socioambientais em parceria com a CAIXA.
A carteira de projetos do FSA CAIXA tem mais de R$110 milhões aplicados em 155 projetos distribuídos por todo o país.
Para saber mais clique aqui.

Fonte: Assessoria de Imprensa da CAIXA, 
(61) 3206-4488/4651